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A segurança do Investimento Imobiliário

07/11/2022

Economia e Mercado

Lauren Sales   |    Out 2022

 

Apesar da incerteza presente no cenário socioeconômico o mercado imobiliário tem apresentado resultados muito positivos no decorrer de 2022 e com o crescimento no setor superior ao previsto para o ano: segundo publicado pela revista Valor Econômico, a projeção inicial de 3,5% está agora estimada entre 4,5 e 5% pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

A construção Civil e o mercado imobiliário ocupam posições relevantes na economia nacional, com altos investimentos e geração de empregos - de janeiro a agosto desse ano foram preenchidas mais de 8 mil vagas no Paraná pelo setor da construção civil, responsável por 6,2% do PIB nacional.

Especialistas entrevistados para reportagem da Valor Econômico descrevem que mesmo com a previsão de desaceleração no volume de vendas nesse segundo semestre (devido ao período das eleições, Copa do Mundo, festas de final de ano e altas taxas de juros) investir em imóveis continua uma exclente opção para quem busca combinar segurança e estabilidade ao construir seu patrimônio, pois o mercado deve encerrar o ano positivamente e encontrar patamares saudáveis.

Leo Ribeiro, fundador da DOMUS e especialista no mercado imobiliário aponta que as oportuniddes nesse mercado persistem em qualquer cenário econômico e o investimento em imóveis pode ser feito até mesmo em momentos de baixa liquidez, em que é possível ao investidor fazer um bom negócio para conseguir melhores margens de lucro conforme o mercado volta a reaquecer.

Os imóveis estão envolvidos em praticamente todas as atividades diárias: trabalho, estudo, descanso e lazer. Além disso a moradia é uma necessidade humana basica com demanda constante em qualquer cenário econômico - segundo pesquisa realizada pelo Censo de Moradia Quinto Andar em parceria com o Instituto Datafolha 87% dos brasileiros sonham em conquistar a casa própria.

Com um déficit habitacional de 5,5 milhões de resiências e o crescimento populacional constante é possíve compreender a alta taxa de valorização imobiliária dos últimos anos: de acordo com a ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) desde o início do ano essa valorização em nível nacional demonstra claramente o aumento na procura por imóveis, tendo os segmentos de médio e alto padrão atingido níveis recordes de financiamentos imobiliários em 2021, com crescimento de 85% no decorrer do ano e apesar da elevação na taxa de juros em 2022 as principais fontes de financiamento do setor seguem com boa disponibilidade de crédito.

Vale lembrar que o investimento em imóveis é historicamente o mais estável e está imune à quebra dos bancos: uma das características mais marcantes dos investimentos imobiliários é o aspecto de bem durável, sem prazo de validade ou vencimento, e que o comprador não corre o risco de perder o capital investido em uma queda do mercado financeiro: o patrimônio será sempre seu, independentemente das situações externas - e diferentemente da poupança ele não pode ser congelado pelo governo.

Segundo o Banco Central e a ABRAINC, que realizou levantamento com empresários do setor, a previsão para o mercado imobiliário em 2023 é de alta: a pesquisa em parceria com a Brain Inteligência Estratégica demonstra que 62% dos empresários prevêem melhora em relação a 2022 e que a demanda por imóveis segue firme independentemente do resultado das eleições.

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